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  • redação CIVI-CO

Atualizado: há 20 horas

O ecossistema negócios de impacto cívico socioambiental tem se desenvolvido de maneira muito rápida e dinâmica. Neste modelo de negócios, líderes empresariais e sociais constroem e conduzem empreendimentos movidos por grandes propósitos.


Como as definições tradicionais entre iniciativas sem fins lucrativos, governamentais e corporativas não são muito claras, é fundamental que as pessoas que queiram empreender com o propósito de causar impactos positivos na sociedade, ou até mesmo aquelas que desejam trazer para seus negócios os pilares do desenvolvimento sustentável, entendam as oportunidades e desafios deste novo jeito de fazer negócios.


No curso Introdução ao Empreendedorismo Social, realizado em parceria com o B_arco, Ana Luiza Prudente, nossa head de comunicação e relacionamento, vai abordar os pilares do empreendedorismo social dentro do recorte das causas que estão em linha com os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU).


Além de contar com a participação de empreenderes referência, que apresentarão o seu case de negócios, o conteúdo do curso se apoio em quatro pilares:


1 – O empreendedorismo social e os Negócios de Impacto (setor 2.5)

  • O que é

  • Os desafios do setor 2.5

  • O impacto positivo na sociedade

  • O empreendedorismo cívico socioambiental e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da agenda 2030 da ONU

2 – Os cases de empreendedorismo de impacto cívico socioambiental

  • (os convidados serão divulgados em breve)


3 – 3° Mapa de Negócios de Impacto

  • apresentação e análise dos dados do estudo da Pipe Social sobre empreendedorismo social com as tendências do ecossistema de impacto


4 – ESG, o investimento sustentável e o futuro dos negócios do setor 2.0


O curso Introdução ao Empreendedorismo de 28 de junho a 1 de julho deste ano, online ao vivo. Garanta a sua matrícula clicando aqui!




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Atualizado: Mai 12

Quando o assunto é descriminalização da cannabis, a polêmica é certa. Muito disso deriva da confusão com a “maconha”, como é popularmente conhecida a cannabis sativa em seu uso recreativo.


A descriminalização, no entanto, contempla de maneira mais específica os canabinóides, princípios ativos da planta utilizados na manipulação de medicamentos, roupas, cosméticos, alimentos e muitos outros produtos.


No Brasil, temos com a urgência de proporcionar uma compreensão mais ampla sobre a cultura cannábica. E foi pensando nessa questão, visando principalmente o uso medicinal da cannabis, que o CIVI-CO idealizou a pesquisa “Cannabis é saúde”.


Os resultados confirmam 70% da população brasileira apoia a medicina canabinoide, e 76% já sabe das possíveis aplicações médicas e terapêuticas da planta, contra enfermidades como epilepsia, ansiedade, insônia, depressão, câncer e dores em geral.


Este estudo inédito, que ouviu mil pessoas em todas as regiões do Brasil, foi realizado de forma colaborativa com o Centro de Excelência Canabinóide, Instituto de Pesquisa Sociais e Econômicas da Cannabis, The Green Hub e Instituto Humanitas 360, todas iniciativas que fazem parte do Hub Cannabis em nosso espaço.



Sobre o CIVI-CO: O CIVI-CO é um Hub que reúne organizações sociais e negócios de impacto, formando uma comunidade de empreendedores e ativistas que trabalham para gerar transformações positivas na sociedade. Uma das missões do CIVI-CO é gerar conhecimento para engajar a sociedade civil, o poder público e a iniciativa privada nas causas em linha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.


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O ano de 2020 expôs várias feridas da sociedade brasileira: a desigualdade social que se agravou ainda mais; o aumento do número de pessoas abaixo da linha da pobreza; a fragilidade do sistema de saúde, causada por má gestão e falta de estratégia do Governo em âmbito federal, que deixou faltar insumos e oxigênio até em capitais brasileiras.


Vimos também os profissionais de educação (setor que sofrerá os impactos da crise por décadas) improvisar e se adaptar a metodologias tecnológicas às pressas, buscando tentar atender aos estudantes que, em sua maioria, principalmente na rede pública, ainda não são assistidos.


No entanto, diante desse cenário pandêmico, pudemos também observar iniciativas que revelam um ecossistema resiliente, integrado por pessoas comprometidas com as causas socioambientais, dispostas a usar conhecimentos, capitais, tecnologias inovadoras, criatividade, escala e solidariedade em benefício das pessoas que mais sofrem as consequências da crise.


De acordo com o Monitor das Doações COVID 19, iniciativa da Associação Brasileira de Captação de Recursos (ABCR), cujo objetivo é consolidar e conhecer os números das doações realizadas em razão do coronavírus, até o dia 31 de março foram doados R$ 6.733.025.219. Essas doações foram feitas de diversas regiões do Brasil por 630.708 doadores. Já o valor mobilizado em 551 campanhas espalhadas pelo país chegou a R$ 3.632.917.753.



O Prêmio Empreendedor Social do Ano em Resposta à Covid-19, do qual somos apoiadores, também reconheceu o protagonismo dos projetos, iniciativas, ações e negócios que para minimizar os impactos da crise. Ao todo, foram 30 projetos finalistas, 10 em cada uma das categorias: Ajuda Humanitária, Mitigação da Covid-19 e Legado Pós-pandemia.


A seguir, destacamos alguns exemplos de empreendedores sociais que, ao longo deste último ano, “arregaçaram as mangas” para transformar a vida de milhares de pessoas e também ajudar pequenos negócios de impacto a se manterem:


Fundo Emergencial para Saúde

Lançado para fortalecer o SUS durante a pandemia, o Fundo Emergencial para a Saúde, iniciativa da nossa residente Movimento Bem Maior, do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis) e da BSocial, organizações dedicadas à promoção da cultura de doação, direcionou recursos para hospitais e Santas Casas de 25 estados.


Para escolher quais hospitais receberiam as doações, o projeto contou com a parceria e trabalho pro bono da Sitawi Finanças do Bem, também residente CIVI-CO, e da PLKC Advogados, que cuidaram da parte jurídica e financeira do fundo.


Como resultado deste trabalho multidisciplinar, 10.632 doadores, juntos, doaram R$ 40.500.000. Este valor beneficiou 58 hospitais, um centro de pesquisa, um organização social


Gerando Falcões

Com estratégias de mobilização em rede, a ONG Gerando Falcões, vencedora do Prêmio Empreendedor Social citado, já conseguiu arrecadar R$ 25,6 milhões em doações, distribuiu mais de 83 mil cestas básicas digitais, articulou 157 organizações e atingiu 451 comunidades com 512 mil pessoas impactadas.


Atualmente, a ONG está com a campanha Corona no Paredão, que pretende arrecadar fundos para enviar uma cesta básica a cada quinze dias para as famílias cadastradas nas instituições da rede Gerando Falcões. Colabore, clicando aqui.


União BR

Fruto de um grupo de WhatsApp criado pelo empreendedores sociais Marcella Monteiro de Barros Coelho, Tatiana Thomaz Monteiro de Barros, Daniel Serra, Bel Motta e Nelinho Chagas, o União BR nasceu para fortalecer o combate aos efeitos da pandemia. Ao todo, a iniciativa já arrecadou mais de R$ 150 milhões, mobilizou mais de 3.000 voluntários e impactou 8,5 milhões de pessoas.


Além de colaborar com o ecossistema compartilhando boas práticas e ferramentas de mobilização, o UniãoBR busca conectar os participantes da rede com entidades que possam fortalecer os movimentos sociais estaduais.


G10 Favelas

As favelas do Brasil estão dando um grande exemplo de ações organizadas para conter os danos sociais causados pela crise. O G10 Favelas , bloco de líderes e empreendedores de impacto social das favelas brasileiras, desde o início da pandemia mantém sistemas de distribuição de marmitas, cestas básicas, kits de higiene e acompanhamento comunitário de saúde para os moradores das 10 comunidades que compõem o bloco.


Ao todo, já foram realizadas doações de 444.010 cestas básicas, 1.445.190 máscaras, 443.394 kits de higiene e 1.466.910 marmitas. Qualquer pessoa pode contribuir com as ações de arrecadação. Basta clicar aqui.


CoVida

O CoVida20, fundo apoiado pelo Instituto de Cidadania Empresarial (ICE), foi um programa de financiamento para negócios de impacto comprometidos com a manutenção de emprego e renda durante a Covid-19. O programa reuniu diferentes perfis de investidores e doadores para oferecer aos negócios empréstimos em condições acessíveis e coerentes com o momento atual.


A ideia do programa, que investiu R$6.74 milhões, distribuídos em 47 negócios, impactando 772 pessoas, foi principalmente destinar recursos à remuneração de colaboradores e sócios, mantendo suas famílias e o negócio com um fluxo financeiro saudável durante o período de incertezas.


Em nossas redes sociais damos apoio e visibilidades a essas e outras iniciativas de impacto social que estão ajudando a sociedade brasileira a passar por este momento tão difícil.


E você também pode ser uma agente social transformados para essas mobilizações. Seja doando, compartilhando as ações e conteúdos das instituições ou engajando-se nas atividades promovidas por seus projetos. Para ficar por dentro do que acontece neste ecossistema, siga o nosso perfil!


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