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Atualizado: 17 de Jul de 2020

Neste mês de julho estreamos o Conexão Comunidade, uma série de encontros entre residentes do mesmo segmento ou áreas correlatas para promover a troca de experiências, ideias e iniciativas.


O primeiro Conexão reuniu residentes da área da Cultura que compartilharam os desafios superados para a continuidade dos projetos ao longo dos quatro meses em quarentena, período em que os empreendedores precisaram se reinventar para minimizar os impactos econômicos decorridos da pandemia Covid-19.


O grupo de empreendedores formado por Anabela Cunha, fundadora da Connecting Dots, Andréa Buoro, diretora executiva da Intermuseus, Carlos Neto, fundador da Inspirates e Joana Braga, cofundadora da D+Projetos, se encontrou via teleconferência e apontou o desemprego no setor, a crise econômica sofrida pelas empresas do segmento e as dificuldades logísticas de transpor, em pouco tempo, eventos físicos para o meio digital como os grandes desafios a serem superados pelos empresários.


Para evitar aglomerações, que favorecem a proliferação do coronavírus, foi necessário o fechamento das instituições e equipamentos culturais, cancelamento de eventos, apresentações, exposições, shows. Medidas necessárias, evidentemente, mas que impuseram grandes desafios para o setor.

Resultados preliminares da pesquisa Percepção dos Impactos da Covid-19 nos Setores Culturais e Criativos do Brasil, divulgados em 29 de junho, revelam que entre as organizações ligadas aos dois setores, mais de 40% disseram ter registrado perda de receita entre 50% e 100% desde o início da quarentena.

Já para os trabalhadores, as perdas narradas ficaram na média de 35%. Ambos os setores movimentam R$ 171,5 bilhões por ano, o equivalente a 2,61% de toda a riqueza nacional, empregando 837,2 mil profissionais. Antes da pandemia, os segmentos tinham previsão de gerar R$ 43,7 bilhões para o Produto Interno Bruto (PIB) até 2021. Entre as organizações ligadas aos dois setores, mais de 40% disseram ter registrado perda de receita entre 50% e 100% desde o início da quarentena.


Apesar do cenário atual, os participantes afirmaram estar ainda mais perseverantes e convictos de que a luta pela manutenção dos aparelhos culturais deve se manter e se fortalecer e, para isso, ressaltaram a importância da união entre as empresas do setor. A criação deste grupo para promover a colaboração entre projetos e fomentar ideias é uma das formas do CIVI-CO atuar e afirmar o apoio aos empreendedores culturais.

Você, como cidadão, também pode fazer a sua parte. Apoie, incentive, divulgue iniciativas culturais que precisam de visibilidade e colaboração para continuarem (re)existindo!

Siga e acompanha nossos residentes da área da Cultura: @intermuseus, @inspirartescultural , @cntdots no Instagram e @dmaisprojetos no Facebook

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No próximo sábado, 27, às 18h, a live-filme Inspira: A esperança equilibrista vai contar com a participação de Antonio Prata, Clarice Niskier, Cristina Braga, Dan Stulbach, Eduardo Wotzik,Flávio Bauraqui, Ivan Lins, Jaques Morelenbaum, João Bosco, Leandro Karnal, Leila Pinheiro, Lia Rodrigues, Mário Adnet, Naruna Costa, Nelson Sargento, Orquestra Maré do Amanhã, poetas, músicos e dançarinos da Maré, Rodrigo Maré, Thiago Ávila, Zeca Baleiro, Zélia Duncan e muito mais. Algumas parcerias serão inéditas. Em formato inédito, a live-filme Inspira: A Esperança Equilibrista mistura produção cinematográfica e interpretações ao vivo de grandes nomes da cena brasileira. Este será um encontro para ampliarmos nossa consciência, nossa escuta e nosso desejo de entender e aprender com o outro. A transformação da realidade é um trabalho coletivo. Diversas causas fazem parte do roteiro: meio ambiente, cultura, saúde, comunidade e antirracismo.

 

O evento, que tem o apoio do CIVI-CO e do Canal Curta, é uma parceria da nossa residente Inspirartes Cultural com a Redes da Maré, tem patrocínio da Fenae e das Apcefs, e vai contar com uma campanha de doações aos projetos sociais das favelas da Maré.   Para acompanhar o evento, basta se conectar neste sábado, dia 27 de junho, às 18h00, pelo Facebook ou YouTube da Inspirartes Cultural.

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  • redação CIVI-CO

Atualizado: 18 de Jun de 2020

Estamos vivendo uma transição, na qual muitos modelos de sociedade já não se sustentam mais. Precisa emergir um novo estilo de vida que leve a um mundo mais justo, inclusivo e solidário. O CIVI-CO nasceu para reunir iniciativas transformadoras e fomentar essa inovação socioambiental de forma coletiva. E por ter este propósito que entendemos que é hora de deixarmos oficialmente de ser um coworking para nos posicionarmos como uma Comunidade. Essa é a Neo Fundação do CIVI-CO, um momento de reafirmar os nossos valores e nossa missão como espaço. Veja no Manifesto abaixo:




"Num período cultural em que a solidariedade fundada no sentido da fraternidade parece quase perdida, o presente MANIFESTO afirma o valor da fraternidade solidária como balizador necessário a uma realidade de justiça social almejada.

Um coletivo e seus entes, entregues a si mesmos, abandonados ao curso natural de sua condição, não tenderão à fraternidade e à solidariedade, mas ao fratricídio, à hostilidade e à violência. Referências históricas e culturais narram o assassinato de Abel, motivado pela inveja de Caim. Ainda, a sucessão de reinados e impérios na Idade Média corroboram com esta narrativa de violência que encontra respaldo em registros mais contemporâneos e nos dias atuais.

A narrativa histórico-cultural judaico-cristã da condição humana justifica a necessidade de espaços e comunidades de exercício e desenvolvimento tanto da espiritualidade como da vida cívica para promover a integridade pessoal e profissional, fomentando pessoas e organizações íntegras no “ser” e no “fazer.”

O presente manifesto declara o compromisso do CIVI-CO em ser uma comunidade criativa de “fazedores” que buscam o exercício extenuante da integridade, da solidariedade, da cooperação, da generosidade, da humildade e da diversidade num “espaço” físico e digital, onde valores e virtudes sejam semeadura e adubação na elaboração de respostas inteligentes às dores da sociedade.

O CIVI-CO, enquanto comunidade, deve estimular a empatia, praticar a humildade, inspirar a solidariedade, interpelar para a generosidade e mobilizar para a prática da justiça social norteada pela misericórdia.

O CIVI-CO, e não apenas ele, é uma força de chamamento ao ser humano para que se volte à sua identidade mais profunda, e resista à sua propensão natural ao ganho individual e imediato, à apropriação predatória do mundo natural, ao lucro pelo lucro, ao acúmulo ilimitado e injusto, à indiferença, ao egoísmo e à atitude de constante competição e hostilidade social e econômica.

O CIVI-CO, neste MANIFESTO, afirma sua intenção de ser parte na construção de um ecossistema comunitário de integração equilibrada de polaridades, admitindo os contraditórios - e até mesmo os desejando -, no limite da preservação dos seus propósitos, sendo, assim, terreno fértil para desenvolvimento do empreendedorismo cívico-social.

O CIVI-CO traz à existência uma cultura de um lugar para ser e não só um lugar para estar.

O CIVI-CO nasce na crença de que em todo ser humano mora a memória da comunhão com o Criador, memória essa que pode ser despertada, sensibilizada e inspirada para que se manifeste e se expresse na criação de coisas e soluções boas, úteis e belas.

Em vários momentos da gestão do CIVI-CO a fraternidade solidária não cumpriu com sua fundamental prioridade de ser norteadora desta comunidade de líderes, empreendedores de impacto cívico, social e ambiental. Portanto, este MANIFESTO vem fazer uma correção de rota e um resgate do plano original, marcando sua NEO FUNDAÇÃO."

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