• redação CIVI-CO

Design de Impacto Social: os melhores momentos do evento

Promover o design de impacto social e a atuação cívica no espaço público. Foi munido destes dois propósitos que o Civi-Co participou do Design Weekend SP, no último fim de semana. Debates no auditório e atividades em torno do mobiliário urbano , criado pelo Estúdio ELA Arquitetura, transformaram a rua Professor Virgílio de Carvalho em um grande palco, no qual inovação e criatividade foram o grande destaque. O evento contou com três painéis divididos em “O design em um mundo em transformação”, “Design de espaços urbanos” e “Inclusão social por meio da arte nas ruas” (reveja a programação completa).

Levi Girardi, fundador da Questtonó, abriu a primeira rodada de conversas enfatizando como “o princípio do design é colocar o humano no centro.” No mundo do empreendedorismo, o termo “design” é tido como o olhar criativo do ser humano para solucionar um problema. “Design vem de designar, de projetar para o futuro”, completou o palestrante.

Adriana Barbosa, fundadora da Feira Preta e residente do Civi-Co, também fez parte do primeiro painel. “Design é um olhar sistêmico sobre as coisas. É como um jogo de xadrez. Cada empresa deveria pensar assim: ‘qual é a próxima peça que eu vou tirar do lugar e qual será o seu efeito?", provocou Adriana. Já Ricardo Guimarães, da Thymus, foi mais poético em uma das suas observacões: “O bom design é o belo como evidência do eficiente.”

No segundo painel, sobre arquitetura, urbanismo e espaço público, Barão Di Sarno, vice-presidente do instituto A Cidade Precisa de Você, chamou atenção sobre a necessidade do cidadão ocupar as ruas. “O espaço público é o encontro com o outro. Aquele outro que no Facebook você bloqueia porque pensa diferente de você, mas que na rua pode existir uma troca mais verdadeira, olho no olho, um encontro horizontal”, explicou. Não à toa, Barão desenvolve projetos de intervenções e mobiliários urbanos que ativam e fomentam a ocupação de espaços públicos.

O último ciclo de conversas reuniu os renomados graffiteiros Kramer, Mundano, Kueia e Bieto, ao lado dos políticos Paulo Mathias e Filipe Sabará, além do empresário Sandro Augusto, do “Brasil que dá certo”. O diálogo trouxe a questão polêmica da pichação. Para os artistas, uma forma de expressão legítima e que não deve ser negado. A questão da ilegalidade foi debatida com argumentos que convergiram para a reflexão da relação entre o cidadão, a cidade e o poder público. O que levou o mediador do painel, Rodrigo Geribel, a finalizar dizendo, "Arte é política." Os quatro artistas também deixaram seu marco com painéis de graffiti feitos ao ar livre durante o evento.

Além dos debates, o público participou de atividades na praça Boulevard Virgílio em frente ao Civi-Co. Entre elas, oficina de jardinagem com a participação de Gabriela Pileggi do Jardineiro Fiel; barraquinhas com produtos sustentáveis da RedeDots, nossa residente, Live painting com a artista Erika Brasil; da “Serei.a.folha e música ao vivo com as bandas Quatro Mãos e Jazz Manouche. Quer saber mais como foi ? Veja as fotos e os vídeos com os destaques do dia!

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